Roteiro a pé pelo Centro Histórico de Mogi das Cruzes: igrejas, Museu Mogiano e Parque da Cidade

Por Redação Ecoax · 24 de setembro de 2026 · Alto Tietê

Informações verificadas em 24 de setembro de 2026

Um passeio a pé pelo Centro Histórico de Mogi das Cruzes reúne alguns dos bens tombados da cidade em poucos quarteirões: as Igrejas do Carmo, a Pinacoteca Municipal, a Catedral de Sant’Ana e o Museu Mogiano, no Casarão do Carmo. O percurso pode incluir a Rua Dr. Deodato Wertheimer, uma das principais ruas de comércio do Centro, e terminar no Parque da Cidade, no Parque Santana. Mogi das Cruzes tem 17 bens culturais tombados.

1. Largo do Carmo e igrejas

O ponto de partida é o Largo do Carmo, na Rua José Bonifácio. Ali estão as Igrejas das Ordens Primeira e Terceira do Carmo, que formam um conjunto tombado. No Centro Histórico também ficam o Santuário Diocesano do Senhor Bom Jesus, conhecido como Igreja São Benedito, e a Catedral de Sant’Ana, na Praça Coronel Benedito de Almeida. Outro ponto da região é a Pinacoteca Municipal, instalada na antiga Casa da Câmara.

As datas de construção das igrejas aparecem de formas diferentes nas fontes consultadas e ficam a confirmar com o Arquivo Histórico do município.

2. Museu Mogiano

No próprio Largo do Carmo fica o Museu Mogiano, que funciona no Casarão do Carmo.

Perto dali fica o Theatro Vasques, inaugurado em 1902, que também pode entrar no roteiro.

3. Rua Dr. Deodato Wertheimer

A Rua Dr. Deodato Wertheimer é uma das principais vias de comércio do Centro. Segundo registro histórico sobre a rua, ela se chamou Rua Alegre até 1888, depois passou a ser Rua 13 de Maio, em referência à data da Lei Áurea, e recebeu o nome atual em 1938. O homenageado foi o médico Deodato Wertheimer, que chegou a Mogi das Cruzes em 1913.

4. Capela São Sebastião

Fora do Largo do Carmo, próxima ao 17º Batalhão da Polícia Militar, a Capela São Sebastião também é um bem tombado. Ela foi construída em 1902 para abrigar uma cruz ligada a um episódio de 1839.

5. Parque da Cidade

Para terminar o passeio em área verde, uma opção é o Parque da Cidade, no Parque Santana. O projeto é do arquiteto Ruy Ohtake. O parque tem espelho d’água, orquidário, jardim de flores, mata com espécies nativas da região, teatro de arena, pista de caminhada, ciclovia e quadras esportivas.

Dicas para o roteiro

O Museu Mogiano não abre às segundas-feiras, e no sábado fecha às 13h. Por isso, quem quiser incluir a visita ao museu deve planejar o passeio de terça a sábado. Para grupos, o agendamento prévio com o setor educativo facilita a visita.